quarta-feira, 10 de agosto de 2011

"Por que o que é viável é um Bem?
Por que durar é melhor que inflamar?"

domingo, 7 de agosto de 2011

Casillero del Diablo


Programa de sábado.
Blue and sentimental.

sábado, 6 de agosto de 2011

Mas ainda busco respostas.

Sou aquela que abre a janela para observar o céu estrelado
escrevo o que sonho
tento decifrar olhares
Incansável

(Será esse o meu mal?)

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Talvez não existam significados ocultos
e o que se lê seja só o que se lê.
Quem saberá?
***

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Estava em uma cidade antiga, colorida, e era noite.
Depois já era manhã e a cidade tão cheia de gente, tudo acontecendo, tão vivo.

Estava em um museu com estantes de uns 10 metros de altura de madeira e vidro que guardavam preciosidades históricas do período da colonização, talvez... Como eram altas as estantes e impreciso o que protegiam, não conseguia ver direito... Então saía numa praça ampla, paisagem pitoresca tropical, que dava para o mar. Junto à beira do mar havia uma rocha com umas cinco colunas clássicas de ordens diferentes, com uma pintura atrás delas de um céu azul com nuvens e triângulos e símbolos diversos que nem lembro mais... Lá, tinham morrido homens de grande importância num passado distante, e por isso, elas se tornaram um monumento a ser lembrado.

Este é o relato do pouco que recordei do sonho da noite passada.

domingo, 17 de julho de 2011

Miragem

Enquanto dançava quase de olhos fechados...

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Que houve na madrugada passada que não me deixava dormir?
Eram tantas imagens que isso aqui já estaria bem mais preenchido.

sábado, 25 de junho de 2011

Sobre queda, pianos e abraço

Terei que escrever aqui sobre outro sonho que tive faz uns dias.
Não tenho pressa pois já anotei em papel logo que acordei.
Mas depois. Agora não há tempo pra sonhar.

E nem tive São João.
Queria quadrilha e brincar com fogo.

sábado, 7 de maio de 2011

Pessoa entende

"Por isso sê para mim materna, ó noite tranqüila...
Tu, que tiras o mundo ao mundo, tu que és a paz,
Tu que não existes, que és só a ausência da luz,
Tu que não és uma coisa, rim lugar, uma essência, uma vida,
Penélope da teia, amanhã desfeita, da tua escuridão,
Circe irreal dos febris, dos angustiados sem causa,
Vem para mim, ó noite, estende para mim as mãos,
E sê frescor e alívio, ó noite, sobre a minha fronte..."

Apelo

Venham, apertem minhas mãos
me salvem de mim.
Sintam o perfume do pulso, estranho, que agora é meu.
Beijem minha testa,
beijem meu rosto.
Preencham a solidão
na vindoura madrugada.