Manhã em um lugar lindo. Uma praia vazia, a natureza exuberante. Céu azul, mar verdinho, areia, mata. Uma casa branca em frente ao mar, tão iluminada. Era onde estávamos.
Eu, deitada encolhida no sofá, no teu colo, morrendo de sono. Quase dormindo, mal consigo manter os olhos abertos, mas nem é preciso, prefiro fechá-los e só te sentir. Meu braço sobre o teu. Tudo é terno.
No deck de madeira observo a bela paisagem. Ele chega e segura minha mão. Você surge e segura a outra. Saímos os três pela areia da praia, felicidade pura. Luz.
No meu quarto tinha uma carta pregada na parede ao lado da cama. Não assinada, era tua. As palavras estavam quase apagadas e eu não consegui ler. Era uma carta de adeus?
De noite, deitados no chão da varanda, ele me mostrou as constelações. Eu não enxergava bem as estrelas, pois estava sem óculos. O melhor era a brisa sobre o corpo.
Sonho que me fez acordar nesta manhã com cheiro de maresia e desejo de brisa.
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