quarta-feira, 20 de julho de 2011

Estava em uma cidade antiga, colorida, e era noite.
Depois já era manhã e a cidade tão cheia de gente, tudo acontecendo, tão vivo.

Estava em um museu com estantes de uns 10 metros de altura de madeira e vidro que guardavam preciosidades históricas do período da colonização, talvez... Como eram altas as estantes e impreciso o que protegiam, não conseguia ver direito... Então saía numa praça ampla, paisagem pitoresca tropical, que dava para o mar. Junto à beira do mar havia uma rocha com umas cinco colunas clássicas de ordens diferentes, com uma pintura atrás delas de um céu azul com nuvens e triângulos e símbolos diversos que nem lembro mais... Lá, tinham morrido homens de grande importância num passado distante, e por isso, elas se tornaram um monumento a ser lembrado.

Este é o relato do pouco que recordei do sonho da noite passada.

domingo, 17 de julho de 2011

Miragem

Enquanto dançava quase de olhos fechados...

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Que houve na madrugada passada que não me deixava dormir?
Eram tantas imagens que isso aqui já estaria bem mais preenchido.

sábado, 25 de junho de 2011

Sobre queda, pianos e abraço

Terei que escrever aqui sobre outro sonho que tive faz uns dias.
Não tenho pressa pois já anotei em papel logo que acordei.
Mas depois. Agora não há tempo pra sonhar.

E nem tive São João.
Queria quadrilha e brincar com fogo.

sábado, 7 de maio de 2011

Pessoa entende

"Por isso sê para mim materna, ó noite tranqüila...
Tu, que tiras o mundo ao mundo, tu que és a paz,
Tu que não existes, que és só a ausência da luz,
Tu que não és uma coisa, rim lugar, uma essência, uma vida,
Penélope da teia, amanhã desfeita, da tua escuridão,
Circe irreal dos febris, dos angustiados sem causa,
Vem para mim, ó noite, estende para mim as mãos,
E sê frescor e alívio, ó noite, sobre a minha fronte..."

Apelo

Venham, apertem minhas mãos
me salvem de mim.
Sintam o perfume do pulso, estranho, que agora é meu.
Beijem minha testa,
beijem meu rosto.
Preencham a solidão
na vindoura madrugada.


segunda-feira, 28 de março de 2011

Perdão

Mais um sonho.
Sei que foi o segundo de um sono povoado por ao menos três, e o único que ainda recordo um pouco.
Eu estava em uma casa grande, bagunçada, um pouco escura, quando apareceu um demônio e sua esposa. Tais criaturas não me puseram tanto medo quanto deveriam, me sentia desafiada, e ouvi atentamente suas propostas. Eu teria que cumprir tarefas, se não seria amaldiçoada à parmanecer para sempre naquela casa, ou no "limbo" (como no filme que assisti antes de dormir), ou... Enfim, algo de ruim me aconteceria por muito tempo. A última das provas era pedir perdão por três atitudes minhas. E assim eu fiz, me sentindo muito mais leve depois.

Mas perdoar não é divino?!

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

por quê quero tanto?

estrela auto-aprisionada
ninguém sabe, escrevo no escuro
condeno-me à solidão
pés amarrados, mãos amarradas,
vendaram-me a boca
só restaram os olhos que dizem tudo,
mas ninguém lê
então transbordam inúteis
lágrimas se perdem no infinito
e ainda espero um milagre
ainda acredito no invisível

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

"Sou um monte confuso de forças cheias de infinito"

Calma, vai passar.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Romance sonâmbulo

Verde que te quero verde.
Verde vento. Verdes ramas.
O barco vai sobre o mar
e o cavalo na montanha.
Com a sombra pela cintura
ela sonha na varanda,
verde carne, tranças verdes,
com olhos de fria prata.
Verde que te quero verde.
Por sob a lua gitana,
as coisas estão mirando-a
e ela não pode mirá-las.

(...)

Lorca