sábado, 10 de agosto de 2013

Cansei

Agora eu quero dançar.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Corcel de prata

vi um cavalo branco
correndo na mata 
cruzando o vento 
como se fosse alado
contra o fundo azul
da escura noite
um brilho prateado
luzindo sob a lua
livre como o vento
o corcel de prata

segunda-feira, 15 de julho de 2013

sexta-feira, 14 de junho de 2013

O Amor

[...]
Então, de todo amor não terminado
seremos pagos em enumeráveis noites de estrelas.
Ressuscita-me,
nem que seja porque te esperava
como um poeta,
repelindo o absurdo cotidiano!
Ressuscita-me,
nem que seja só por isso!
Ressuscita-me!
Quero viver até o fim que me cabe!
Para que o amor não seja mais escravo de casamentos,
concupiscência,
salários.
Para que, maldizendo os leitos,
saltando dos coxins,
o amor se vá pelo universo inteiro.
Para que o dia,
que o sofrimento degrada,
não vos seja chorado, mendigado.
E que ao primeiro apelo:
- Camaradas!
Atenta se volte à terra inteira.
Para viver
livre dos nichos das casas.
Para que doravante
a família seja
o pai,
pelo menos o universo,
a mãe,
pelo menos a terra.

Vladimir Mayakovski

terça-feira, 11 de junho de 2013

Como explicar um abraço contido no sonho?

sábado, 8 de junho de 2013

desenhei sonhos que não contei

sexta-feira, 24 de maio de 2013

O que faz o mundo andar

Do filme A espada era a lei
Vou dizer, vou contar,
O que faz o mundo andar:
Lá e cá, sim e não,
Tudo faz contradição,
Pra cada céu, existe um mar,
Pra cada luz, escuridão

Pra cada bem? Existe um mal!
Pro que é doce... Existe o sal!
[...]
Depende só...
Só de você,
Se você quer acontecer,
E é assim que a vida diz
Pra quem quer ser bem feliz!

sábado, 11 de maio de 2013

Blues


quarta-feira, 8 de maio de 2013

08.05

em uma universidade, mas não aqui. a ufsc talvez, porque fazia friozinho...
corredor da sala de aula dava pra um jardim com árvores altas. o pessoal tava lá.
você aparecia, mas não entrava na sala em que era chamado, continuava, até me alcançar.
tuas mãos esbarram nas minhas, teu braço se apoia em meu ombro, mas eu o retiro, 
e seguro tua mão, observo e aliso as linhas da palma e a pequeninez da minha junto dela.
não me contive. por quê? perguntei com a voz entrecortada.
por que não entrasse naquela sala? [e agora está ao meu lado, pensei].
não houve resposta, silenciada por carinho

quarta-feira, 1 de maio de 2013

No que foi sonhado hoje, eu me aninhava ao teu lado.
Você levantava o meu rosto e me falava palavras que não lembro mais.