quinta-feira, 18 de agosto de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Fim de tarde
Hoje escrevo cedo, antes da embriaguez da madrugada, se não acabaria adiando mais uma vez.
(Vai agora e vê o céu, um dos poentes mais belos).
O sonho do dia 21 de junho - sobre queda, pianos e abraço.
Vou caminhando na Rua das Trincheiras, é uma manhã agradável, e estou acompanhada de minha irmã e de tua irmã. Entramos numa das casas em frente à balaustrada. Casarão amplo, nossa conversinha leve, deixo as meninas batendo papo e vou investigar o que há nos outros cômodos. Subindo no primeiro pavimento, me deparo com uma sala ampla, bem iluminada por janelas estreitas e compridas voltadas para o jardim, acho que dessa sala tem as portas do lado direito e esquerdo para os quartos principais. Reparo que seu assoalho é em dois tipos de madeira (uma escura e outra clara) desgastado e danificado por cupins. Me vem novamente uma vertigem (já tinha sentido agora à pouco, comentei com as meninas), mas está ficando mais forte, minhas mãos estão geladas, suo frio. A vista um pouco embaçada, mas algo me chama, tenho que atravessar a sala e olhar pela janela. Então sigo, alguns passos vacilante e... Estralo da madeira seca, o chão cede aos meus pés. Estou caindo como em câmera lenta, penso que as meninas podem se preocupar, onde ponho minhas mãos pendentes? Vista turva, vou caindo, próximo ao chão e... Cadê o baque? Atravesso o assoalho do térreo, a casa possui porão, agora caio em um ambiente escuro, boto as mãos nas costas, para proteger a coluna, e finalmente chego ao fim, ao chão. As meninas escutaram o estrondo, vêm correndo, mas foi tudo leve, como se só estivesse chegando à níveis mais profundos e desconhecidos de minha própria consciência.
Como se nada tivesse acontecido, cá estou novamente, e tento explicar para as duas mais ou menos o que aconteceu. Bem, nem eu mesma sei ao certo, elas não vão compreender... Vamos caminhando pela rua, entramos noutra casa, não um palacetezinho eclético como a outra, essa é moderna, será dos anos 1960? Decoração bem preenchida, muitos móveis, armários cheios, bibelôs. Encostado próximo à parede, no centro da sala, um piano me chama atenção. É de uma madeira clara alaranjada, e parece antigo, pés trabalhados, como posso definir? Estilo vitoriano? Tipo armário, invés de cauda. Vejo que na estante ao seu lado tem um pianinho infantil. Então você aparece, como se estivesse acordado agora, ou será que já sabia da nossa presença aqui? Então me viro, me cubro com a camiseta...
Continuando
Eu estava de costas conversando com as meninas bem à vontade, e teu surgimento me deixa sem saber como agir. Pego a camisa, ou o travesseiro, tanto faz, dou mais dois passos e simplesmente te abraço. E o tempo para por breve instante.
E tudo volta, conversamos, pergunto do piano, quem é que toca nesta casa? Ah, é você?! Sim, vejo que desde pequenininho (olhando para o pequeno piano na estante).
(Vai agora e vê o céu, um dos poentes mais belos).
O sonho do dia 21 de junho - sobre queda, pianos e abraço.
Vou caminhando na Rua das Trincheiras, é uma manhã agradável, e estou acompanhada de minha irmã e de tua irmã. Entramos numa das casas em frente à balaustrada. Casarão amplo, nossa conversinha leve, deixo as meninas batendo papo e vou investigar o que há nos outros cômodos. Subindo no primeiro pavimento, me deparo com uma sala ampla, bem iluminada por janelas estreitas e compridas voltadas para o jardim, acho que dessa sala tem as portas do lado direito e esquerdo para os quartos principais. Reparo que seu assoalho é em dois tipos de madeira (uma escura e outra clara) desgastado e danificado por cupins. Me vem novamente uma vertigem (já tinha sentido agora à pouco, comentei com as meninas), mas está ficando mais forte, minhas mãos estão geladas, suo frio. A vista um pouco embaçada, mas algo me chama, tenho que atravessar a sala e olhar pela janela. Então sigo, alguns passos vacilante e... Estralo da madeira seca, o chão cede aos meus pés. Estou caindo como em câmera lenta, penso que as meninas podem se preocupar, onde ponho minhas mãos pendentes? Vista turva, vou caindo, próximo ao chão e... Cadê o baque? Atravesso o assoalho do térreo, a casa possui porão, agora caio em um ambiente escuro, boto as mãos nas costas, para proteger a coluna, e finalmente chego ao fim, ao chão. As meninas escutaram o estrondo, vêm correndo, mas foi tudo leve, como se só estivesse chegando à níveis mais profundos e desconhecidos de minha própria consciência.
Como se nada tivesse acontecido, cá estou novamente, e tento explicar para as duas mais ou menos o que aconteceu. Bem, nem eu mesma sei ao certo, elas não vão compreender... Vamos caminhando pela rua, entramos noutra casa, não um palacetezinho eclético como a outra, essa é moderna, será dos anos 1960? Decoração bem preenchida, muitos móveis, armários cheios, bibelôs. Encostado próximo à parede, no centro da sala, um piano me chama atenção. É de uma madeira clara alaranjada, e parece antigo, pés trabalhados, como posso definir? Estilo vitoriano? Tipo armário, invés de cauda. Vejo que na estante ao seu lado tem um pianinho infantil. Então você aparece, como se estivesse acordado agora, ou será que já sabia da nossa presença aqui? Então me viro, me cubro com a camiseta...
Continuando
Eu estava de costas conversando com as meninas bem à vontade, e teu surgimento me deixa sem saber como agir. Pego a camisa, ou o travesseiro, tanto faz, dou mais dois passos e simplesmente te abraço. E o tempo para por breve instante.
E tudo volta, conversamos, pergunto do piano, quem é que toca nesta casa? Ah, é você?! Sim, vejo que desde pequenininho (olhando para o pequeno piano na estante).
Meio dia
Acordei de madrugada
Tocar os pés no chão frio, a pele arrepiava
Sim, as plêiades estavam no alto.
O mar bravo, som de ondas no fluxo influxo incessante.
Tocar os pés no chão frio, a pele arrepiava
Sim, as plêiades estavam no alto.
O mar bravo, som de ondas no fluxo influxo incessante.
***
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
domingo, 7 de agosto de 2011
sábado, 6 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Estava em uma cidade antiga, colorida, e era noite.
Depois já era manhã e a cidade tão cheia de gente, tudo acontecendo, tão vivo.
Depois já era manhã e a cidade tão cheia de gente, tudo acontecendo, tão vivo.
Estava em um museu com estantes de uns 10 metros de altura de madeira e vidro que guardavam preciosidades históricas do período da colonização, talvez... Como eram altas as estantes e impreciso o que protegiam, não conseguia ver direito... Então saía numa praça ampla, paisagem pitoresca tropical, que dava para o mar. Junto à beira do mar havia uma rocha com umas cinco colunas clássicas de ordens diferentes, com uma pintura atrás delas de um céu azul com nuvens e triângulos e símbolos diversos que nem lembro mais... Lá, tinham morrido homens de grande importância num passado distante, e por isso, elas se tornaram um monumento a ser lembrado.
Este é o relato do pouco que recordei do sonho da noite passada.
Este é o relato do pouco que recordei do sonho da noite passada.
domingo, 17 de julho de 2011
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